Por Fernando Castilho
Quando se lê pesquisas para Presidente da República, normalmente se tem uma fotografia da evolução que cada candidato vive na disputa. Porém, ao nos debruçarmos sobre elas detidamente, começamos a enxergar algumas coisas interessantes. É como se a pesquisa começasse a falar conosco.
Quando se lê pesquisas para Presidente da República, normalmente se tem uma fotografia da evolução que cada candidato vive na disputa. Porém, ao nos debruçarmos sobre elas detidamente, começamos a enxergar algumas coisas interessantes. É como se a pesquisa começasse a falar conosco.
Vejamos.
Na
pesquisa Datafolha de julho, Dilma estava com 36%, Aécio com 20% e
Campos com 8%.
Na
última pesquisa, realizada com o defunto Eduardo Campos ainda
quente, portanto altamente influenciada pela emoção, e já com
Marina Silva em seu lugar, Dilma manteve os 36% (!), Marina aparece
com 21% (!) e Aécio assume a terceira colocação mantendo seus 20%
(!).
Se
Dilma e Aécio não perderam votos, de onde saíram os votos de
Marina?
Ora, daqueles que votariam em branco ou que anulariam seu voto. Dos que são contra a política, e dos que são contra tudo que está aí. De muitos daqueles que saíram às ruas em junho de 2013. Daqueles que não são de direita, nem de esquerda, muito pelo contrário, mas que são contra o PT (que é de esquerda...). Bem, mas isto todo mundo já sabe.
Ora, daqueles que votariam em branco ou que anulariam seu voto. Dos que são contra a política, e dos que são contra tudo que está aí. De muitos daqueles que saíram às ruas em junho de 2013. Daqueles que não são de direita, nem de esquerda, muito pelo contrário, mas que são contra o PT (que é de esquerda...). Bem, mas isto todo mundo já sabe.
